terça-feira, 26 de março de 2024

Polícia Federal prende suspeito em flagrante durante operação contra abuso sexual infantil na internet

Operação 'Conteúdo Proibido IV' cumpriu, nesta terça-feira (26), mandados de prisão em Timbiras (MA). Alvos são suspeitos de armazenar e divulgar imagens e vídeos com cenas de abuso e exploração sexual infantil.


Operação da Polícia Federal (PF) foi realizada em Timbiras (MA) — Foto: Divulgação/Polícia Federal

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (26), uma operação que investiga crimes relacionados ao abuso infantil e divulgação de conteúdo pornográfico na internet em Timbiras, cidade a 316 km de São Luís. Uma pessoa foi presa em flagrante.

A operação Conteúdo Proibido IV cumpriu dois mandados de busca e apreensão na residência de dois investigados em Timbiras, por suspeita de armazenamento e divulgação de imagens e vídeos com cenas de abuso e exploração sexual infantil.

Durante o cumprimento dos mandados, uma pessoa não identificada foi presa, em flagrante, em posse de material pornográfico. Em seguida, foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal em Caxias (MA), para abertura de inquérito sobre o caso.

De acordo com o delegado James Miranda, responsável pelas investigações, caso confirmadas as suspeitas levantadas, os envolvidos poderão responder por crimes que, se juntos, podem, levar a 10 anos de prisão.

"É um tipo de crime tratado como prioridade para a Polícia Federal. Se confirmado a hipótese criminal, os investigados poderão responder por crimes que, se somados as penas, podem chegar até 10 anos de prisão. As mídias e equipamentos apreendidos serão encaminhados à perícia criminal, visando identificar outras pessoas envolvidas e fatos desconhecidos as investigações", disse o delegado da PF.

Suspeito foi encaminhado para a sede da Delegacia da Polícia Federal em Caxias (MA) — Foto: Divulgação/Polícia Federal

Com os suspeitos, a polícia apreendeu ainda equipamentos eletrônicos que serão periciados. A partir disso, provas digitais serão coletadas e anexadas nas investigações.

A operação levou esse nome devido ao tráfego de conteúdo envolvendo cenas sexuais de crianças e adolescentes, por meio da internet, uma conduta que é proibida pelas leis brasileiras e tratados internacionais.

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