domingo, 3 de fevereiro de 2019

Com cisternas, água chega a escolas e casas de milhares de maranhenses pela 1ª vez



Água para as escolas e água para os moradores. Muitas vezes, pela primeira vez. Esse vem sendo o resultado da entrega de cisternas pelo Governo do Maranhão desde 2015.

São mais de 700 cisternas que já chegaram a dezenas de cidades e mais de 11 mil famílias.

Os sistemas fazem parte de dois programas: o Primeira Água, para escolas; e o Segunda Água, para as famílias.

Escolas 

As cisternas escolares permitem a captação de água da chuva, que é armazenada em um reservatório com capacidade para até 52 mil litros de água.

Construída com placas de cimento, a cisterna garante água de qualidade para o consumo dos estudantes da zona rural e para o preparo dos alimentos da merenda escolar. Os reservatórios também evitam a contaminação por verminoses e doenças.

Antes da construção do reservatório, pais e funcionários das escolas beneficiadas recebem orientação para armazenar e tratar a água adequadamente. Durante a capacitação, também são abordados temas como higiene, segurança alimentar e nutricional.

Água para produzir

Já o Programa Cisternas Segunda Água usa cisternas com capacidade entre 16 mil e 25 mil litros, para garantir a irrigação dos sistemas produtivos familiares.

A meta da Secretaria de Agricultura Familiar é implantar 1.623 cisternas familiares.

Para o secretário Júlio Mendonça, um dos principais pontos de destaque do programa é a garantia de entrega das cisternas para as comunidades e famílias que mais precisam.

“As famílias beneficiadas são escolhidas por meio dos comitês municipais formados por sociedade civil e poder público. As famílias precisam estar inscritas no CadÚnico e em situação de extrema pobreza, assim as cisternas são entregues para quem mais precisa, sem interferências de interesse político”, diz o gestor.

Apoio financeiro para produção

Além da entrega de cisternas, o Governo do Maranhão disponibiliza R$ 1.500 para cada uma das famílias que fazem parte do programa. Os recursos devem ser usados para a estruturação de um sistema produtivo.

“Esses recursos são destinados para que as famílias montem pequenas produções de ovinos, caprinos e outros. Assim, além de fornecermos água, garantimos também ao pequeno produtor as condições para gerar sua própria autonomia produtiva”, esclarece o secretário Júlio Mendonça.

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