domingo, 6 de maio de 2018

Artigo: Salvando vidas

Formatura de policiais militares no Comando Geral da PM

Por Flávio Dino
Em janeiro de 2014, o Maranhão foi destaque mundial por tristes motivos: absurdas cenas nas penitenciárias e São Luís entre as cidades mais violentas do mundo, com ônibus queimados nas ruas e constantes toques de recolher contra a população, por parte de quadrilhas. Este ano, o sistema de segurança maranhense voltou a ser destaque na mídia nacional. Mas agora por um bom motivo. O Jornal Folha de S. Paulo citou o bom exemplo das Apacs (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados), sistemas de internação dos detentos que produzem bons resultados. E São Luís deixou finalmente a lista das 50 cidades mais violentas do mundo.
São resultados de uma política consistente na área de segurança baseada na recuperação da autoridade do Estado e de sua capacidade de combate ao crime. Infelizmente, o governo de antes não gozava de tal credibilidade. E o descaso com a segurança era demonstrável em números. Quando assumi, o Maranhão tinha o menor índice de policiais por habitante do país.
Reforçamos a força policial e hoje temos a maior tropa da história do Maranhão, com mais de 12 mil homens e mulheres. Além de nomear e treinar, estamos equipando essas forças: foram mais de 1 mil viaturas entregues desde 2015. E também estamos pagando melhor: em três anos, foram 8 mil promoções. Antes, uma simples promoção de policial chegava a demorar décadas.
Fizemos obras para construir ou recuperar 28 prédios ocupados por órgãos da Segurança Pública – como delegacias da Polícia Civil, batalhões da Polícia Militar, unidades de Corpo de Bombeiros e Polícia Técnica. E são três novos presídios prontos, além daqueles que estão em construção.
Também realizamos ações preventivas por intermédio dos Conselhos Comunitários do Pacto pela Paz, uma proposta que apresentei ainda durante a campanha eleitoral, envolvendo moradores e instituições sociais, para que tenhamos uma Polícia mais próxima dos parâmetros de cidadania que defendemos.
Os resultados estão aí: o número de homicídios na Grande Ilha caiu 62% no primeiro quadrimestre do ano em comparação com o mesmo período da gestão passada. Se considerarmos os três anos, já são milhares de vidas salvas. Vidas que seriam destruídas, enquanto dinheiro público corria pelo ralo da corrupção, da jogatina e dos banquetes suntuosos. Isso mudou e vamos continuar mudando.

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