RÁDIO GODO FM

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Mais de 20 pessoas são presas durante operação policial no Maranhão

As ações ocorreram em sete municípios do estado e foram cumpridos 29 mandados



Foto: Reprodução
Na madrugada desta sexta-feira (21), a Polícia Civil deflagrou Operação Pecus que tinha como principal objetivo cumprir mandados de busca e apreensão e prisão em desfavor de integrantes de facção criminosa que coordenam o tráfico de drogas na região da baixada maranhense.

De acordo a Polícia Civil, ações ocorreram nos municípios de Pinheiro, Turilândia, Maracaçumé, Central do Maranhão, Mirinzal, São Bento e na capital do estado, São Luís. Ainda segundo a polícia, foram cumpridos 29 mandados, sendo 23 nas sete cidades e outros seis no Complexo de Penitenciário de Pedrinhas.
Foto: Divulgação Polícia Civil
Foto: Divulgação Polícia Civil

Foto: Divulgação Polícia Civil
Participaram dessa operação denominada Pecus, que significa gado em latim, 190 policiais de diversas superintendências do estado. Durante a ação foram apreendidas drogas e armas de fogo.

Segundo a polícia civil, dentre os presos na operação foi identificado o irmão de um policial militar reformado, o suspeito era considerado o “armeiro” da organização. As armas que foram apreendidas estavam na casa do policial.

Investigação

De acordo com o delegado Armando Pacheco, superintendente de Investigações Criminais (SEIC), as investigações iniciaram em 2019 quando a principal liderança da organização criminosa encontrava-se presa no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Foi através da prisão desse suspeito que foi possível identificar outras lideranças da organização.

Ainda segundo Armando Pacheco, foi verificado que o bando é responsável por diversos crimes na região da baixada, o que inclui roubos, estupros de vulnerável, tráfico de drogas e homicídios.

Durante a investigação foi observado o modus operandi da organização criminosa que agia de forma esquematizada, repassando informações do grupo aos soldados, responsáveis por executar ações criminosas, tais como: venda drogas e homicídios. Além disso, cabia a eles executar todo planejamento da liderança da organização .

Por: O Imparcial

Armas, cargas de cigarros e caminhões são apreendidos em porto clandestino de São Luís



Na madrugada desta sexta-feira (21), uma operação da Polícia Militar culminou na prisão de 4 pessoas e na apreensão de três caminhões, uma embarcação com carregamento de cigarros, armas de fogo, em um porto clandestino em Itapera, na zona rural de São Luís.

Segundo informações, foram identificados terrenos em área de mata sendo abertos por máquinas.

Na abordagem, que ocorreu entre às 22h de quinta-feira (20) e a manhã e hoje, foi constatada a presença de mais de 35 pessoas trabalhando no local, de difícil acesso, onde descarregavam caixas com mercadorias.

Houve confronto entre policiais e suspeitos, que efetuaram disparos contra as equipes. Muitos conseguiram fugir por região de mangue. Um motorista partiu em um dos caminhões, e três veículos foram apreendidos.

Quatro suspeitos foram detidos.

Nos caminhões, foi encontrada uma grande quantidade de caixas de cigarros e bebidas alcoólicas. Uma perícia deve averiguar a originalidade da mercadoria.

Além disso, um fuzil, uma pistola 380 e um revólver calibre 38 foram apreendidos.







Caixa credita auxílio emergencial para 5,7 milhões de pessoas

Foto: Reprodução

A Caixa credita hoje (21) auxílio emergencial para 5,7 milhões de beneficiários. São 3,7 milhões de pessoas nascidas em novembro que já tinham a programação de receber nesta data. Mais 91 mil são novos beneficiários ou pessoas que tiveram o cadastro reavaliado pelo governo. Há ainda o pagamento para 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família.

O auxílio, com parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), foi criado para reduzir os efeitos da crise econômica causada pela pandemia da covid-19.

CRÉDITO NA POUPANÇA SOCIAL

A Caixa tem disponibilizado o auxílio para aqueles que estão no CadÚnico ou se cadastraram pelo site ou aplicativo em uma poupança digital. Essa poupança é acessível pelo aplicativo Caixa Tem, por meio do qual é possível fazer compras online em estabelecimentos autorizados e pagar boletos.

O saque em dinheiro do benefício, em uma agência do banco, é autorizado posteriormente, conforme calendário definido pelo governo, considerando o mês de nascimento do beneficiário. As transferências para outros bancos ou para contas na própria Caixa seguem o mesmo calendário de saque. Nesse caso, os recursos são transferidos automaticamente para as contas indicadas pelo beneficiário.

CICLO 1

O crédito para os beneficiários nascidos em novembro faz parte do Ciclo 1 de pagamentos do auxílio emergencial. Os saques e transferências estarão liberados no dia 12 de setembro.

No ciclo 1, o crédito na poupança social da Caixa está agendado para o período de 22 de julho a 26 de agosto, conforme o mês de nascimento. Os saques e transferências estão sendo feitos de 25 de julho a 17 de setembro.

NOVOS ELEGÍVEIS

O calendário de pagamento para os beneficiários que tiveram o pedido de auxílio emergencial reavaliado ou são novos elegíveis foi publicado no Diário Oficial da União no dia 3 deste mês. Segundo a Caixa, nesse calendário, aprovado pelo governo, foram incluídos 805 mil novos beneficiários que recebem a parcela 1. Além dessas pessoas, 345 mil tiveram o cadastro reavaliado e receberão as parcelas 3 e 4 do auxílio.

Hoje será feito o depósito na poupança social para 91 mil beneficiários nascidos em novembro. Os saques e as transferências poderão ser feitos no dia 12 de setembro.

BOLSA FAMÍLIA

A Caixa Econômica Federal iniciou na última terça-feira (18) o pagamento da quinta e última parcela do auxílio emergencial para beneficiários do programa Bolsa Família. A cada dia, o saque é liberado a um novo grupo conforme o final do Número de Identificação Social (NIS). Ao todo, 19,2 milhões de pessoas cadastradas no programa receberão o dinheiro até 31 de agosto.

Os primeiros a receber foram os beneficiários com NIS final 1, no dia 18. Na quarta-feira (19), foi a vez daqueles com NIS final 2. Ontem (20), beneficiários com NIS final 3 e hoje (21), com NIS final 4. O pagamento segue em ordem crescente até chegar ao NIS 9 no dia 28 e termina com o NIS 0, no dia 31. Não há pagamentos nos finais de semana.

O recebimento do auxílio emergencial por este público é feito da mesma forma que o benefício regular do Bolsa Família, utilizando o cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui ou por crédito na conta Caixa Fácil.


Número de pessoas curadas da Covid-19 no Maranhão chega a 131.733

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES), nas últimas 24 horas 1.318 pessoas receberam alta médica no estado.



Leito de UTI no interior do Maranhão. — Foto: Divulgação.

Segundo o boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES), divulgado na noite desta sexta-feira (21), nas últimas 24 horas, 1.318 pessoas diagnosticadas com a Covid-19 receberam alta médica no estado. Agora, o Maranhão chega a 131.733 pacientes curados do novo coronavírus.

Desde o início da pandemia, o estado já registrou 143.103 casos confirmados da doença e 3.328 mortes. Dos novos casos, 84 foram registrados na Grande Ilha (São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa), 49 em Imperatriz e 1.110 em outros municípios maranhenses.


Ainda segundo a SES, 3.251 profissionais da saúde foram infectados pela Covid-19 desde o início da pandemia. Deste número, 3.165 já se recuperaram e 59 morreram.

Até o momento, outros 4.135 casos seguem sob suspeita no estado. Segundo o governo do Maranhão, 315.906 testes para a Covid-19 (rede pública + privada) foram realizados e 170.123 casos foram descartados.

Por G1 MA 

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

MP vai prorrogar auxílio emergencial até dezembro, mas não deve ser R$ 600

Medida provisória pode sair na próxima semana. Benefício, que tem alavancado a popularidade de Bolsonaro, seria estendido até dezembro, mas com valor inferior aos atuais R$ 600. Proposta da economia é de R$ 300


Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
O governo federal avalia editar uma medida provisória para prorrogar novamente o auxílio emergencial. A ideia é estender o benefício até dezembro, mas com um valor inferior aos atuais R$ 600. A proposta pode ser apresentada na próxima semana, visto que a quinta (e até agora a última) parcela do auxílio já começou a ser paga. Lideranças partidárias, porém, defendem mais uma parcela de R$ 600 e duas de R$ 300.

A possibilidade ganhou força nos últimos dias porque o benefício tem sido o principal vetor por trás do processo de retomada econômica e também da melhora da avaliação do presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o governo ainda não finalizou o projeto do Renda Brasil, programa que deve substituir o Bolsa Família e amparar os brasileiros de baixa renda hoje contemplados com o auxílio emergencial.

Porém, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vem afirmando que “não tem dinheiro para ficar em R$ 600”. Segundo os cálculos da equipe econômica, cada mês de auxílio emergencial custa R$ 51,5 bilhões.

A ideia do governo é, portanto, baixar o valor do benefício para cerca de R$ 300. Um valor intermediário entre os R$ 600 que são pagos atualmente e os R$ 190 do Bolsa Família, bem como acima dos R$ 200 que eram defendidos por Paulo Guedes no início da pandemia. É um valor que, segundo a equipe econômica, deve garantir uma transição segura do auxílio emergencial para o Renda Brasil, que deve pagar cerca de R$ 250 aos brasileiros de baixa renda.

Para fazer essa redução, contudo, o governo precisa de autorização do Congresso. É que a lei que instituiu o auxílio emergencial só permite a prorrogação do auxílio por meio de decreto se o benefício for mantido em R$ 600, como aconteceu na primeira renovação, em junho.

O governo, portanto, deve apelar para uma medida provisória, já que as MPs têm vigência imediata e estão tramitando de forma acelerada no Congresso na pandemia. E a expectativa é que o assunto seja tratado com celeridade, já que a quinta parcela do auxílio começou a ser paga ontem.

Limites

Nos bastidores, Guedes não tem mostrado resistência à prorrogação, desde que o benefício se limite a este ano e não fique em R$ 600. Ele entende que o benefício tem sido importante para a economia e para a popularidade de Bolsonaro. Também acha que é melhor gastar nesse programa, que já se mostrou vantajoso, do que liberar recursos para obras públicas, que vêm sendo defendidas por ministros como Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), demonstrou preocupação com a implantação do Renda Brasil sem que se resolva a questão do teto de gastos. Segundo ele, o orçamento do programa virá de outros que terão de ser cancelados, e o governo precisa acelerar a articulação para decidir, com o parlamento, o que poderá ser suspenso.

“O parlamento tem responsabilidade. A gente sabe que a manutenção dos R$ 600 é muito difícil. A criação das condições para ter uma renda básica maior, atingindo pessoas acima do Bolsa Família, vai ter um custo extra dentro do teto de gastos. A coisa mais importante, no curto prazo, é a regulamentação dos gatilhos do teto”, disse Maia, durante coletiva de imprensa.

O líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), disse que a questão do auxílio emergencial é uma das principais preocupações do ministro Paulo Guedes. Na visão do parlamentar, uma prorrogação com valor reduzido poderia ser a solução.

“O governo sabe que não pode fazer uma interrupção abrupta do auxílio, pois ainda, estamos com a economia impactada pela pandemia. Obviamente existem sugestões, propostas que vão surgir, mas não há ainda uma posição de governo. É natural que aconteça a prorrogação; talvez uma prorrogação com redução pode ser uma solução, mas isso está ainda análise pelo governo”, disse o líder ao Correio.

Por: O Imparcial com informações Correio Braziliense

Perseguidor, prefeito de Carutapera demite servidores

Amargando uma altíssima rejeição em todo o município de Carutapera, o prefeito André Dourado (PL) apela para o vale tudo, já no início da pré-campanha. 

Mesmo estando em período vedado pela legislação eleitoral, a contratação, demissão e transferências de funcionários públicos, o gestor resolveu por pura perseguição política rescindir os contratos de 02 (dois) servidores públicos contratados, um professor do povoado Timbotiua na segunda- feira dia (17), e de uma servidora do (CRAS), no dia (18), terça feira, pelo simples fato de os mesmos não estarem rezando em sua cartilha política, e o pior, os termos de rescisão/portarias, estão sendo entregues aos servidores com datas retroativas, datados de 14 de agosto. É isso mesmo, funcionários públicos contratados que não simpatizam com reeleição do prefeito André Dourado, estão sendo demitidos.

Isso é um verdadeiro absurdo e um flagrante desrespeito a legislação eleitoral que proíbe desde o dia 15/08 a demissão, contratação e transferência de servidores públicos.

Urgentemente, se faz necessário que o Ministério Público, fiscal da lei (art. 127, CF/88) tome devidas ás devidas medidas cabíveis, para combater essas operseguições políticas.

perpetradas no município de Carutapera pelo prefeito e seus aliados.




Prefeito de Cândido Mendes é preso durante operação do Gaeco


O Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) realizou, na manhã desta quarta-feira, 19, em parceria com a Policía Civil [ VEJA AQUI ], a Operação Cabanos, que resultou na prisão do prefeito de Cândido Mendes, José Ribamar Leite Araújo, o “Mazinho Leite”. O prefeito foi preso em flagrante por posse ilegal de armas. Na casa do gestor também foram encontrados mais de R$ 400 mil em espécie. Mazinho Leite foi conduzido para a cidade de Godofredo Viana, onde será autuado por porte ilegal de arma de fogo.

A operação cumpria mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Cândido Mendes, na residência de Mazinho Leite e em endereços de outros investigados, localizados nos municípios de São Luís, Cândido Mendes e Bom Jardim. Os mandados foram solicitados pelo Ministério Público do Maranhão e expedidos pela Justiça de Cândido Mendes.

O objetivo era apreender documentos relativos a processos licitatórios envolvendo o Município e diversas empresas que tinham contratos com a Prefeitura. As investigações foram iniciadas após a identificação de suspeitas de fraude em uma licitação realizada em 2013, para aquisição de materiais de limpeza. Descobriu-se que os materiais eram fornecidos por uma empresa de fachada, localizado em Turiaçu. No suposto endereço, funcionava uma lotérica.

As investigações apontaram a existência de irregularidades em diversos outros contratos envolvendo a compra de materiais médico-laboratoriais, manutenção de iluminação pública, reforma de hospitais e escolas, além da coleta de lixo.

O Gaeco estima que os contratos irregulares geraram um prejuízo de R$ 3,35 milhões, desde 2013, aos cofres de Cândido Mendes.

Dinheiro foi encontrado na casa do prefeito 

Participaram da Operação Cabanos 12 servidores do Gaeco e Segurança Institucional do MPMA. Da Polícia Civil, 7 delegados e 18 agentes cumpriram mandados em São Luís; 4 delegados e 3 policiais atuaram em Cândido Mendes e 1 delegado e 3 policiais realizaram a operação em Bom Jardim.

Ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá é condenado a devolver R$ 74 mil



O ex-Prefeito de Santa Luzia do Paruá, Nilton Ferraz, foi condenado por ato de improbidade administrativa.

A sentença é resultado de Ação de Improbidade Administrativa, causando prejuízo ao erário, movida pelo Ministério Público. O ex-gestor foi condenado a ressarcir o os danos causados ao erário no valor R$ 74.980,40 mil, referentes às despesas realizadas sem o devido procedimento licitatório.

Foi imposta, também, a pena de suspensão dos direitos políticos do réu durante 05 anos, condenando-o ao pagamento de multa civil no valor de 10 vezes o valor da remuneração percebida à época dos fatos, além de proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por meio de pessoa jurídica da qual seja sócio, pelo prazo de 05 anos. A sentença tem a assinatura do juiz titular João Paulo de Sousa Oliveira.

A ação relata que, no Inquérito Civil nº 11/2017 – PJSLP que foi instaurado pelo Ministério Público Estadual a partir de Relatório de Tomadas de Contas do Tribunal de Contas sobre a prestação de contas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB e do Fundo Municipal de Assistência Social – FMAS, relativos ao exercício financeiro de 2007, foi constatada a existência de irregularidades que causaram prejuízo ao erário.

Sustentou, também, que as irregularidades evidenciadas consistiram na realização de despesas sem licitação, referente ao FUNDEB e FMAS, bem como a não aplicação de 22.27% dos recursos do FUNDEB para o primeiro trimestre do exercício seguinte. Por fim, destacou que os atos praticados pelo requerido configuraram improbidade administrativa que causaram danos ao erário.

Notificado, o requerido reservou-se ao direito de se manifestar acerca do mérito da demanda após a instrução processual e fazendo protesto genérico de produção de todas as provas em direito admitidas. No tocante ao mérito, negou a prática de ato de improbidade e alegou a inexistência de provas concretas a comprovar o alegado e o dano ao erário. A sentença foi fundamenta na Lei nº 8.429/92, perfeitamente aplicável aos Prefeitos e citou sentenças de outros tribunais e instâncias em casos semelhantes.

“No caso em questão, o rol de irregularidades evidenciadas no procedimento de Tomada de Contas Anual dos Fundos Municipais (FUNDEB E FMAS), apesar de julgadas regulares, evidenciam o elemento subjetivo (dolo) consistente na vontade deliberada e consciente de não atender às determinações legais e resultam na perfeita adequação das condutas aos atos ímprobos previstas na Lei nº. 8.429/92, acarretando prejuízo ao erário e atentando contra os princípios da Administração Pública”, observou o magistrado na sentença.

Quaest/TV Mirante: Braide tem 44%, Orleans 25%, Camarão 6%, Roberto Rocha 3%

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (24) mostra como está a disputa pelo governo do Maranhão. O levantamento foi encomendado pela ...