RÁDIO GODO FM

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Equinox Gold apoia seminário da Polícia Federal sobre rastreabilidade da cadeira produtiva do ouro

A Equinox Gold esteve presente no 2º Seminário Internacional sobre Ilicitudes e Rastreabilidade na Cadeia Produtiva do Ouro, realizado pela Polícia Federal (PF) com apoio do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), entre os dias 2 e 5 de dezembro, em Brasília (DF). Como patrocinadora, a companhia reforçou seu compromisso com um ambiente de negócios pautado por segurança, transparência e responsabilidade socioambiental.

Com quatro dias de programação, o seminário reuniu especialistas, autoridades, e representantes do setor mineral para debater temas estratégicos relacionados ao enfrentamento ao garimpo ilegal, à rastreabilidade mineral e à modernização das ferramentas de investigação. A programação contemplou mesas-redondas, apresentações técnico-científicas e discussões integradas entre órgãos públicos nacionais e internacionais, academia e empresas do setor.

Para a Equinox Gold, iniciativas como esta são fundamentais para fortalecer práticas de compliance e consolidar soluções tecnológicas que garantam uma cadeia do ouro legal e sustentável.

“Temos acompanhado de perto as iniciativas da Polícia Federal e do IBRAM no enfrentamento às ilicitudes na cadeia do ouro. Como parte do Grupo de Trabalho do Ouro junto ao IBRAM, as empresas produtoras de ouro têm atuado ativamente em pautas de compliance e rastreabilidade em apoio ao Programa Ouro Alvo da Polícia Federal, fundamentais para garantir uma operação segura e responsável. Observamos, ano após ano, uma evolução significativa nas ferramentas técnico-científicas e nos processos de investigação, o que fortalece o combate ao garimpo ilegal e ao contrabando. Para nós, é motivo de orgulho integrar esse esforço coletivo, que já consideramos um sucesso e que segue avançando na direção de uma mineração cada vez mais ética e sustentável”, avalia Cesar Torresini, vice-presidente de Relações Institucionais e Licenciamento da Equinox Gold.



Ao apoiar a segunda edição do Seminário, a Equinox Gold reafirma seu compromisso com práticas responsáveis, com a integridade da cadeia produtiva do ouro e com o desenvolvimento sustentável dos territórios onde atua.

Sobre a Equinox Gold  
  
A Equinox Gold é uma mineradora canadense focada no crescimento, com uma base sólida de operações de ouro de alta qualidade e longa duração no Canadá e em toda a América. ​Com ​sete minas de ouro em operação em quatro países, Brasil, Canadá, Estados Unidos e​ Nicarágua​​, ​​a​ empresa segue o caminho para atingir mais de um milhão de onças de produção anual de ouro a partir de um conjunto de projetos de desenvolvimento e expansão. No Brasil, são quatro operações da Equinox Gold, localizadas nos estados da Bahia, Maranhão e Minas Gerais.     

Corpo de homem é encontrado no Rio Gurupi em Carutapera

Marcinho encontrado no rio Gurupi em Carutapera, nesta terça-feira (9). Foto: via Polícia Militar/Reprodução

O corpo de um homem identificado como Marcinho foi encontrado na última terça-feira (9) no Rio Gurupi, em Carutapera, após desaparecer durante a madrugada enquanto trabalhava com pesca. As informações são do Portal Ctp News.

Segundo o portal, Marcinho teria informado a testemunhas que sentia dores na região do estômago e que não realizaria a despesca da rede naquele momento. Ainda de acordo com testemunhas, ele teria desmaiado e caído no rio logo depois. Ainda segundo informações repassadas por pessoas próximas, a vítima já teria apresentado episódios de desmaio anteriormente quando sentia esse tipo de dor.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Caema é condenada a pagar R$ 400 mil por danos ambientais causados por “Língua Escura”

A Justiça Federal sentenciou a Companhia por lançar esgoto sem tratamento no Rio e Praia do Calhau em 2015, exigindo indenização e adequação tecnológica da Estação Elevatória


Reprodução

O Tribunal de Justiça condenou a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) ao pagamento de R$ 400 mil de indenização por danos ambientais. A decisão refere-se ao lançamento de esgotos sem tratamento no Rio Calhau e Praia do Calhau, ocorrido em 10 de agosto de 2015.

O episódio, que ficou conhecido como “Língua Escura” devido à coloração das águas poluídas na faixa de areia da praia, foi causado por uma falha na Estação Elevatória de Esgotos (EEE) Barramar/Cohajap, de responsabilidade da Caema. Um relatório da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) apontou que o lançamento de esgotos ocorreu por conta de uma paralisação do bombeamento da unidade.

Além do laudo da Semmam, que na época aplicou multa à Caema, depoimentos e uma avaliação do Instituto de Criminalística (Icrim) também confirmaram a responsabilidade da Companhia. O laudo pericial atestou a deposição de sedimento de esgoto em curso d’água adjacente à EEE e que “marcas verificadas na calha desse curso d’água indicaram que ali ocorrera emissão de vazão acima do nível normal de escoamento”.

A condenação é resultado de uma Ação Civil Pública proposta pela 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente, Urbanismo e Patrimônio Cultural de São Luís, em dezembro de 2019. Além do pagamento de indenização, o juiz Angelo Antonio Alencar dos Santos, condenou a Caema a submeter a Estação Elevatória de Esgotos a licenciamento ambiental retificador.

A Companhia deverá, segundo a Justiça, comprovar que opera com a Melhor Tecnologia Disponível (MTD), “notadamente quanto aos sistemas de monitoramento (medição de vazão por ultrassom) e de retenção de sólidos, visando evitar extravasamentos de esgotos para o meio ambiente”.

O valor da indenização deve ser corrigido monetariamente pelo IPCA-E a partir da data da sentença e acrescido de juros de 1% a partir da data do evento de poluição.

O cumprimento da determinação deverá ser comprovado no prazo máximo de 180 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. A Caema, por sua vez, destaca que “ainda não foi oficialmente notificada sobre a decisão judicial”.

Polícia prende no Maranhão feminicidas, investigados e condenados por crimes contra mulheres

A Polícia Civil do Maranhão deflagrou, na manhã desta quarta-feira (3), a Operação Tolerância Zero, uma força-tarefa integrada com a Polícia Militar e a Força Estadual que intensifica o cerco contra investigados e condenados por crimes praticados contra mulheres no âmbito da violência doméstica e familiar.

Desde as primeiras horas do dia, equipes policiais estão nas ruas para cumprir 46 mandados de prisão contra autores desse tipo de crime.

Até o momento, já foram efetuadas prisões em São Luís, São José de Ribamar, Imperatriz, Açailândia e Cidelândia, além de capturas nos estados de Goiás e Rondônia.

A operação ocorre no âmbito da Operação Captura e as ações foram deflagradas simultaneamente em São Luís, em diversos municípios do interior e nos estados de Mato Grosso, Goiás, Pará e Rondônia.



A força-tarefa reúne unidades da Polícia Civil do Maranhão, Polícia Militar do Maranhão, Força Estadual de Segurança Pública e forças de segurança dos demais estados.

No Maranhão, estão sendo cumpridos 21 mandados na Grande Ilha e 18 no interior do estado. Outros sete mandados moram investigados ou condenados que estão foragidos em quatro estados fora do Maranhão.

Paralelamente ao cumprimento dos mandados, a Polícia Civil realiza um mutirão para acelerar a conclusão de inquéritos e subsidiar novas prisões.

Ao todo, 230 inquéritos estão sendo movimentados em São Luís e Imperatriz por equipes da Delegacia Especial da Mulher e Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP).

Equinox Gold apoia seminário da Polícia Federal sobre rastreabilidade da cadeira produtiva do ouro

A Equinox Gold esteve presente no 2º Seminário Internacional sobre Ilicitudes e Rastreabilidade na Cadeia Produtiva do Ouro, realizado pela ...